Funcionários da Tapuã Indústria e Comércio de Embalagens paralisam atividades por falta de pagamento de salários - Jornal Iratiin

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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Funcionários da Tapuã Indústria e Comércio de Embalagens paralisam atividades por falta de pagamento de salários


As atividades da Tapuã Indústria e Comércio de Embalagens foram paralisadas na última segunda-feira, 06 de abril, quando ocorreu um protesto em frente à sede da empresa em Irati. Segundo os manifestantes, a Tapuã não paga o salário dos funcionários há 2 meses. “Nós resolvemos fazer uma manifestação na frente da firma para todos verem o que estamos sofrendo. Não temos nem fundo de garantia, alguns funcionários já estão sendo despejados de suas casas, então estamos procurando um meio de acertar essa questão, nós não vamos trabalhar enquanto não recebermos o dinheiro”, afirma o funcionário Rafael Scorcin.

Segundo o responsável pelo setor de Recursos Humanos (RH), Holair José Mattos, a empresa sempre estava adiando o pagamento e os funcionários não conseguem entrar em contato com a sede de Apucarana para resolver a situação. “Quando eu consigo ligar, a pessoa responsável nunca pode atender. A última informação que temos é que o advogado da empresa entrou em contato com o sindicato para marcar uma reunião, mas não deu posição sobre o pagamento”, conta o responsável pelo RH. Ainda segundo Holair, todo o faturamento da empresa vai para a sede em Apucarana, e as contas da sede iratiense estão todas em atraso.
Agenor de Oliveira Neto, presidente do Sindicato STI Papel afirmou que a reunião com os proprietários da empresa foi definida para esta quarta-feira (08), mas que ainda não sabem o que será decidido. “Isso já está virando uma bola de neve, semana após semana nós estamos esperando, até então estávamos aguardando a reforma de uma máquina, mas agora não tem mais condições, é preciso fazer alguma coisa”, destaca Agenor.
A equipe do Hoje Centro Sul entrou em contato com a Tapuã Indústria e Comércio de Embalagens, mas até o fechamento desta edição nenhum responsável deu parecer sobre a manifestação ou possíveis soluções para o problema.


Ana Paula Schreider / Hoje Centro Sul