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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

POLÍTICA EM QUESTÃO

Votação de projeto é adiada

O Projeto de Lei 139/2013 – que trata da ampliação no número de vezes que o caminhão de lixo passa realizando a coleta e do aumento da taxa – foi aprovado em primeira votação no dia 27 de dezembro e iria passar por segunda votação dia 28 de dezembro. Entretanto, devido à falta de quórum, o mesmo não foi apreciado em 2013. O que não significa a rejeição do projeto. O PL 139/2013 deverá ser apreciado em segunda votação em 2014, quando tiver término o recesso parlamentar. E, caso seja aprovado, entrará em vigor em 2015.

Redução do número mínimo de coletas

Em conversa com a equipe do Hoje Centro Sul, alguns vereadores comentaram sobre a possibilidade de o projeto receber emenda que altere o número mínimo de coletas. Alguns acreditam que esta seria a melhor alternativa para melhorar o serviço sem alterar muito o preço. Desta forma, ao invés do caminhão passar pelo menos três vezes em cada ponto de coleta, ele passaria ao menos duas vezes.

Verbas devolvidas pela Câmara serão usadas em aterro sanitário

A execução de serviços para readequar o local onde é depositado o lixo de Irati, conforme os critérios para um aterro sanitário será o destino dos R$ 500.465,00 devolvidos pela Câmara Municipal de Irati ao Executivo, nos últimos dias de 2013. Isso porque não foi aprovado em 2013 o Projeto de Lei 139/2013, que garantiria maior receita ao setor. “Não tem furo de caixa, mas não há dinheiro sobrando, temos obras para terminar em 2014”, afirmou o prefeito municipal Odilon Burgath (PT), ao justificar a destinação dos recursos.

Outros recurso para estrada de Gonçalves Jr

Durante a devolução dos recursos pela Câmara Municipal ao Executivo, o vereador Helio de Mello (PMDB) lembrou que havia sido feito um pedido para que os recursos devolvidos fossem usados em obras na estrada que liga Irati a Gonçalves Júnior. “Então isto não será possível, prefeito?”, questionou o vereador. “Não”, respondeu Burgath, explicando que a adequação do aterro sanitário é essencial. Caso ela não seja feita, o município deixa de ter a documentação necessária para receber recursos dos governos Estadual e Federal. Outras verbas para a estrada de Gonçalves Júnior serão buscadas, segundo o prefeito.

Cheque simbólico

Participaram da entrega do cheque simbólico da Câmara Municipal ao prefeito Odilon Burgath, os vereadores Amilton Komnitski (PPS), Helio de Mello (PMDB), Alceu Hreciuk (PT) e Valdenei Cabral da Silva (PDT). O cheque verdadeiro, conforme o relato de outros vereadores, foi retirado pelo 1o secretário da Câmara Municipal, Emiliano Gomes (PSD), para a confecção da réplica "a la Silvio Santos". No dia da entrega, 28 de dezembro de 2013, Emiliano faltou à sessão extraordinária e não mandou um emissário com o cheque real. Ficou o espetáculo. Ressaltamos que não se trata de acusação contra o edil, apenas um relato do que presenciamos. Até porque o cheque é nominal à Prefeitura de Irati e não poderia ser depositado por outros.

De Letícia Torres, da Redação



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